Segunda-feira, Janeiro 02, 2012

WHAT THE FUCKING FUCK! WHY CAN'T I WRITE ANYMORE???

Quinta-feira, Novembro 17, 2011

Essa foi a última vez que chorei por você. Umas das únicas. Depois de se acumularem no vazio que você deixou, as lágrimas conseguiram finalmente transbordar em duas únicas vezes. Porque nem mereces as minhas lágrimas. Então, choro por mim. Mas pelo tempo que lá ficaram, as lágrimas construíram coisas lindas, como aquelas coisas que só a natureza sabe fazer. E não choro mais. Não choro mais porque a água faz essas coisas diferentes e o meu coração bate tão rápido e os pinguins existem e eu posso ver um polvo e o sol nasce todos os dias. Nesse mundo, é possível amar denovo e até errar denovo. E eu pretendo fazer os dois. Mas errar em outras coisas, porque amar nunca é erro: é vida.

Sexta-feira, Setembro 23, 2011

Se fecho meus olhos, eu vejo uma chuva de figuras deformadas e desconhecidas dentro de mim, pedacos de coisas que conheco ou nem nunca conheci. Se eu vivo na sombra, abrir os olhos pra quê? Vivo dores de vida, mas essa é doída, e só. Escreve com lápis de ponta fina na minha pele e dentro de mim: escreve músicas, lágrimas e juras de amor. Escreve sobre mim, sobre você e sobre essa dor. E depois circula o vazio que você deixou, marcando e não me deixando cicatrizar e vou sangrando no escuro, carregando essa dor não escrita, não dita, maldita, que eu tanto quero abandonar.

Sábado, Setembro 03, 2011

You're not here and it doesn't matter anymore if love's not strong enough or we didn't love at all. They say love can make you fly and earth and oceans would bow to the power it has, and then you leave, then you leave me, then you don't know. I don't know if I've failed or I've missed. Have I lost myself again? Yes, in tiny little pieces that crush into each other and meet up in a different dimension, to find you. To feel you again. To make time stop and go back, and so we're together. Our hand clasped together. Our hearts clasped together. As it actually never was.

Terça-feira, Abril 19, 2011

Te amo tanto que odeio a minha poesia, que só quer saber de ti. Te amo e te odeio, minha poesia demais. Ela te procura e chora por ti. Ela sonha e espera por ti. E eu corro, me escondo, te esqueço e te quero. Eu não sei o que quero. Minha poesia quer sentir.
Quis tanto te falar e calei. Nas entrelinhas do estou ocupada e aqui tá quente estava o tanto que penso em ti e o frio que faz de não ter você me abraçar. Quis falar, mas as palavras me calaram. Grandes demais, entaladas ficaram. Lá sei eu o que é o amor. Só conheço essa inquietação, essa dor que falar contigo traz. E a paz também. E a vontade de não sentir essa vontade de dançar contigo por me sentir clichê demais. E te abraçar e me sentir feliz demais. E o medo que isso traz.

Domingo, Agosto 22, 2010

Porque tem um vômito, um azedo, um amargo dentro de mim.
É você, que eu quero colocar pra fora.
É você que faz parte de mim e vai embora.
Leva o doce, leva o bom, me leva
mas me deixa aqui
com essa ânsia, que é de vômito,
mas é ânsia mesmo é de te ter.

E choro.
E não choro, na verdade.
Não posso.
Minha vontade era chorar e te afogar nas minhas lágrimas,
te fazer engolir cada uma das palavras que me disseste
e te deixar à deriva.
Te deixar e ir embora.
Mas lá consigo..

Fujo e me prendo.
Me solto e volto a ti.
É dia, é lembrança, negação e história.

Mas pensa que sonho denovo?
pensa que amo denovo?
pensa que espero denovo?

Choro vômito, vomito lágrimas.
Mas não faço nada.
É tudo por dentro.
Me esquece.. que eu esqueço fácil.

Fico aqui.
com esse pedaço entalado,
acabado e incabado.
E me deixo ir..